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Non-places: Introduction to an Anthropology…
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Non-places: Introduction to an Anthropology of Supermodernity (originale 1992; edizione 1995)

di Marc Auge

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476242,166 (3.91)1
An ever-increasing proportion of our lives is spent in supermarkets, airports and hotels, on motorways or in front of TVs, computers and cash machines. This invasion of the world by what Marc Augé calls 'non-space' results in a profound alteration of awareness: something we perceive, but only in a partial and incoherent manner. Augé uses the concept of 'supermodernity' to describe a situation of excessive information and excessive space. In this fascinating essay he seeks to establish an intellectual armature for an anthropology of supermodernity.… (altro)
Utente:escdotdot
Titolo:Non-places: Introduction to an Anthropology of Supermodernity
Autori:Marc Auge
Info:Verso Books (1995), Paperback
Collezioni:La tua biblioteca
Voto:
Etichette:anthropology, supermodernity, non-places, theory

Informazioni sull'opera

Non-luoghi: Introduzione a una antropologia della surmodernita di Marc Augé (1992)

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shelved at: B10
  CSTJ-Library | Mar 29, 2018 |
I just enjoyed reading about our ordinary practice of urban and collective places.
Are the collective places, as the highways, the banks, the carparks, the public gardens, incarnations of anonymous places or, at contrary, the best locations to be and to express ourselves?
1 vota Joshette | Jun 6, 2006 |
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Estas figuras de excesso estão intrinsecamente ligadas à produção de não-lugares, ou de espaços que não cumprem (em graus diversos) as características do lugar antropológico e, portanto, não são identitários, relacionais ou históricos. Como exemplo de não-lugares Augé refere aeroportos ou autoestradas, espaços de trânsito, idênticos em todos os lugares. No entanto, chama a atenção para a inter-relação entre lugares e não-lugares, referindo como os segundos estão frequentemente sobrecarregados de referências aos primeiros, como, por exemplo, o apelo à visita de cidades históricas em grandes placards à beira de autoestrada.
 
Assim, a definição de não-lugar é um conceito proposto por Marc Augé, antropólogo francês, para designar um espaço de passagem incapaz de dar forma a qualquer tipo de identidade, isto é, segundo Marc Augé todo e qualquer espaço que sirva apenas como espaço de transição e com o qual não criemos qualquer tipo de relação é um não-lugar! Assim, este define-os como sendo espaços de anonimato nosso dia-a-dia, na nossa vida e na nossa consciencia. Estes espaços são portanto descaracterizados e impessoais – não lhes são atribuídas quaisquer tipo de características pessoais exactamente porque não tem para nós qualquer tipo de signifcado ou história.
 
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An ever-increasing proportion of our lives is spent in supermarkets, airports and hotels, on motorways or in front of TVs, computers and cash machines. This invasion of the world by what Marc Augé calls 'non-space' results in a profound alteration of awareness: something we perceive, but only in a partial and incoherent manner. Augé uses the concept of 'supermodernity' to describe a situation of excessive information and excessive space. In this fascinating essay he seeks to establish an intellectual armature for an anthropology of supermodernity.

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